
Depois de muito sem postar qualquer coisa que seja, eu acho que eu desaprendi como usar delongas, delongas, e no final dizer sempre a mesma coisa subjetiva.
( A propósito, eu também desaprendi como futricar nessa pissirica, levei um tempão até achar as coisas por aqui.)
Bom, não fugindo da mesmice, eu ainda quero dizer a mesma coisa, e pra mesma pessoa…
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Desde que eu me entendo por gente, eu me pergunto por que diabos as pessoas se casam.
Ou se submetem à essas coisas de viverem juntas para sempre;” -Meu Deus!- isso deve ser uma tortura.” Daí, eu me caracterizei como ‘ Tempofóbica ‘, do neologismo lógico de que: o tempo estraga tudo, e no final, as pessoas se tornam sempre secas. Ambigüidades à parte.
E desde então, com excessão do meu irmão, eu sempre estive me apaixonando por muitas pessoas de uma vez só, e abandonando todas, uma a uma.
A minha incapacidade foi transformando minhas dúvidas em certezas, e eu, de repente, não mais que de repetente, me vi convicta de que eu sempre estive certa. – Uma profeta, uma profeta!
(Que previsível, todo mundo sabe que agora vêm as preposições…)
Mas, porém, contudo, entretanto, todavia… Uma vez, alguém riu de mim.
- ALGUÉM RIU DE MIM -.
e é aí que começa essa história…
E esse é um fato interessante, porque, eu acho que a minha vida se divide em Antes, e Depois de conhecer a Nathie.
E eu vou deixar essa história ser contada por quem realmente saberá contá-la:
as árvores e o vento, e as oitavas de imensuráveis gargalhadas, também as linhas de raciocínio óbvio e desnorteado, como duas borboletinhas novas. Quem lhes contará bem, também, serão as canções. E até mesmo o silêncio, que engole tudo, do firmamento ao chão.
Por ter protagonizado, desde que a conheci, todos os dias em cenas que, provavelmente vão passar lá no céu, para quando nós morrermos… (ok, verso desnecessário.)
O que eu quis dizer, sem melancolias, é que se eu tivesse que me casar com alguém, seria com a minha melhor amiga.