pra onde vão as estrelas quando amanhece?

Janeiro 13, 2009 por resenhaz

O veado que vier me dizer que devido ao movimento de rotação, o brilho das estrelas se ofusca e desaparece durante o dia, com a luz solar pode parar de ler por aqui.

Porque eu estou sendo terrivelmente metafórica e sentimental. É isso aí, só queria indagar se a gente sabe mesmo de tudo, e se realmente enxergamos.

É que eu tenho me sentido um pontinho (piadinhas sobre ‘redondinho’ serão arquivadas, ok.), um daqueles mínimos, em um texto enorme.  

 A verdade é que quanto mais eu olho pras coisas, mais eu tenho medo delas.

Quem me garante que o céu não vai despencar uma hora dessas, né. he he he…

olha, eu só tenho medo do mundo desistir da gente um dia, como a gente desistiu dele…

 

(OI, GREENPEACELOQS)

Dezembro 12, 2008 por resenhaz

lion-fish

Depois de muito sem  postar qualquer coisa que seja, eu acho que eu desaprendi como usar delongas, delongas, e no final dizer sempre a mesma coisa subjetiva.

( A propósito, eu também desaprendi como futricar nessa pissirica, levei um tempão até achar as coisas por aqui.)

Bom, não fugindo da mesmice, eu ainda quero dizer a mesma coisa, e pra mesma pessoa…

-

Desde que eu me entendo por gente, eu me pergunto por que diabos as pessoas se casam.

Ou se submetem à essas coisas de viverem juntas para sempre;” -Meu Deus!- isso deve ser uma tortura.” Daí, eu me caracterizei como ‘ Tempofóbica ‘, do neologismo lógico de que: o tempo estraga tudo, e no final, as pessoas se tornam sempre secas. Ambigüidades à parte.

E desde então, com excessão do meu irmão, eu sempre estive me apaixonando por muitas pessoas de uma vez só, e abandonando todas, uma a uma.

A minha incapacidade foi transformando minhas dúvidas em certezas, e eu, de repente, não mais que de repetente, me vi convicta de que eu sempre estive certa. – Uma profeta, uma profeta!

(Que previsível, todo mundo sabe que agora vêm as preposições…)

Mas, porém, contudo, entretanto, todavia… Uma vez, alguém riu de mim.

- ALGUÉM RIU DE MIM -.

e é aí que começa essa história…

E esse é um fato interessante, porque, eu acho que a minha vida se divide em Antes, e Depois de conhecer  a Nathie.

E eu vou deixar essa história ser contada por quem realmente saberá contá-la:

as árvores e o vento, e as oitavas de imensuráveis gargalhadas, também as linhas de raciocínio óbvio e desnorteado, como duas borboletinhas novas. Quem lhes contará bem, também, serão as canções. E até mesmo o silêncio, que engole tudo, do  firmamento ao chão.

Por ter protagonizado, desde que a conheci, todos os dias em cenas que, provavelmente vão passar lá no céu, para quando nós morrermos… (ok, verso desnecessário.)

O que eu quis dizer, sem melancolias, é que se eu tivesse que me casar com alguém, seria com a minha melhor amiga.

O que eu quero registrar hoje, é o que todo mundo já sabe. Não brotou em mim, como flor de maio. Porém…

Novembro 5, 2008 por resenhaz

15427057783Inexplicavelmente, todos nascemos com o fardo de, um dia,

Gostar de alguma coisa. e não conseguir nem querer enxergar outra verdade, além daquela, que resume-se naquela coisinha que, um dia, você resolveu pausar o seu dia, o seu destino, o seu gosto, o seu sangue, seu senso, seu rumo, para entendê-la. e perde-se a tênue linha de concentração entre apertar novamente o ”play” e viver aquele mesmo dia, todas as auroras e crepúsculos.

mas e se qualquer adjunto adverbial indicador de causa ou motivo surge?

Ora, a vida é cheia disso: você vive se deparando com pedaços partidos de você no chão -seja da sua cara, ou peito- . e, porém, contudo, todavia, entretando… não há suficiência em terceiros quando se trata de plenitude. da harmonia existente entre Você e a sua coisinha, que, te resumiu a vida, no dia em que te apontaram a cara e disseram: é seu. (mesmo que você ainda preferisse uma bicicleta…)

todos nascemos com esse fardo; e as minhas linhas vieram

Rasgando tudo, e como se não houvesse céu antes disso, eu realizei a condição que nos caracteriza humanos, sem exceções, quando eu nasci, e me apresentaram o meu irmão.

pela fechadura:

Outubro 21, 2008 por resenhaz

watch?v=_ogVor9uZoo

 

… acontece que eu adoro sentir dentro de mim, o conjunto de frio na barriga, você e o fato de eu nunca contar o que é.

Outubro 21, 2008 por resenhaz

Talvez ela nem saiba o quanto brilham,

aqueles olhinhos, só de se porem ao lado de fora de casa e fitarem como o mundo é imenso, e tem espaço para todas as suas

loucuras e vaidades, sem medida. Brilham,

igual estrelhinhas antes da chuva. E quem sabe seja assim, seus olhos brilham sempre antes de se molharem.

Talvez ela nem saiba o quanto brilham os meus, que nem olhos nem estrelas; brilha em mim o que nem sei ao ver tanto

A e Z.

06:15 am

Outubro 21, 2008 por resenhaz

Eles se colocam sob as pernas,

colocam os seus sonhos sob as pernas,

e se cobram passos maiores que as mesmas todas as vezes em que entram naquelas velhas salas.

Eu vivo me perguntando o que aconteceu com as coisas não decoradas até aqui, e até onde vão. Será que alguém ainda sem importa em como eles vão se sentir quando nós os deixarmos lá?
Talvez nós sejamos a esperança dessa geração que obedece o despertador para lecionar um futuro que, nem sabe, já é passado, e que já espera surgir ainda, uma geração mais futura ainda; naquelas mesmas velhas salas.

A pipa

Outubro 21, 2008 por resenhaz

Embora eu saiba que vivo naufragando no meu pote de mágoas desnecessárias, eu preciso -mesmo- dizer que vocês me fazem sentir uma coisa bem única, e que isso importa demais na hora em que eu acordo e durmo.                        

E eu sei que, às vezes, abstraio do mundo toda e qualquer tristeza que encontro, e que isso me deixa bem mais distante, mas eu ainda estou aqui, na mesma propagação de intensidade.

O raio entre mim e o chão tem se estendido conforme eu envelheço, (ou talvez até o contrário, eu posso estar encurtando, e me aproximando cada vez mais das minhas origens), afinal, todos sabemos, eu não pertenço ao céu, eu sou daqui; mesmo que eu passe mais tempo rodopiando, contorcendo, despencando nos braços de um tango singular, eu deveras pertenço às mãos de cada um que me cativa.

Hello world!

Outubro 16, 2008 por resenhaz

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!